Escudo do Santos Campo CompridoSANTOS CAMPO COMPRIDO Fundado na década de 1950CAMPO COMPRIDOCURITIBA · PARANÁ · BRASIL
Campo e gramado do Santos Campo Comprido
SANTOS CAMPO COMPRIDO

Nosso campo.
Nossa história.

O futebol nos reúne.
A amizade nos mantém juntos desde a década de 1950.

CAMPO COMPRIDO · CURITIBA · PARANÁ · BRASILUma história de amor ao futebol.
O NOSSO LUGAR

Um pequeno campo.
Grandes memórias.

No coração de Campo Comprido, o gramado é o cenário dos nossos encontros, das jogadas que viram conversa e das amizades que atravessam gerações.

A construção da sede começou em 1981, com o esforço dos integrantes do Santos. A inauguração, em 1983, marcou um novo capítulo dessa história.

NOSSA HISTÓRIA

A amizade entra em campo
desde a década de 1950.

Um time nascido no bairro.
Uma história construída por muitas mãos.

Anos 1950

O começo de tudo

Um grupo de amigos do bairro forma o time. O nome Santos Campo Comprido é escolhido por sorteio.

ANOS 60

Os primeiros uniformes

O primeiro uniforme, os encontros entre famílias e as mudanças de sede fortalecem o clube.

ANOS 70

Além do bairro

O Santos visita campos de Curitiba, Araucária, Campo Largo e Monte Castelo, em Santa Catarina.

1983

A nossa casa

O campo construído no terreno da família Bage é inaugurado, após o trabalho coletivo iniciado em 1981.

ANOS 90

Domingos de futebol

O campo recebe adversários, com partidas do primeiro e do segundo quadro aos domingos pela manhã.

ANOS 2000

A tradição continua

Os jogos passam às tardes de sábado. A amizade e a confraternização ganham ainda mais espaço.

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QUEM VIVEU ESSA HISTÓRIA

Memórias contadas
por quem esteve em campo.

Depoimentos dos amigos que ajudaram
a construir a história do Santos.

Amilto Valentim Costa (Bito)

Amilto Valentim Costa (Bito)

Participei do Santos desde seu início e ajudei na construção de todas as canchas, conforme consta no site.

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Dentre várias recordações, lembro-me de um jogo no campo do Imperial (Mossungue)  em que o arbitro apitou um penalty (muito duvidoso), e fiquei irritado e fui atrás do apitador que jogou o apito no chão e saiu em desabalada carreira.

Ah, se eu pego este gato!

Hoje já não participo das “peladas” no Santos porque já abandonei as chuteiras.

Vicente Bage

Vicente Bage

Conforme consta no site o Santos Campo Comprido foi fundado na década de 50, mas minhas primeiras lembranças são da época que o campo estava localizado no terreno da família Scremin,  passando depois para chácara da Sra. Amália Bom e mais tare para os fundos do terreno do Sr. Luiz Bom, onde comecei a jogar no time. Na época  enfrentávamos os adversários em outros campos das proximidades.

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No  início da década de 1980, depois de um jogo no campo da Vila Sandra, tivemos a idéia de fazer uma cancha no terreno da minha família. Foi uma luta para para implementar o sonho,  pois as dificuldades eram grandes para detalhes como conseguir máquinas para realizar a terraplanagem, onde contamos com a ajuda de políticos da região. Quase todo o processo de construção, como colocação de terra preta e plantação de grama, foi feito por meio de mutirão em finais de semana e feriados.

Em 20/02/1983, enfim realizamos a sonhada inauguração. O evento contou com uma missão campal, realizada pelo Padre André Biernarski, seguido de um torneio.

Até  o ano de 2002 , o campo foi utilizado para realizamos confrontos contra outros times amadores, sendo difícil mensurar quantas equipes de boleiros nos visitaram com objetivo de ganhar do Santos.

Hoje, realizamos peladas semanais aos sábados para manter a integração dos participantes do grupo.

Comforme é possível ver no  nosso site, no decorrer dos mais de 60 anos de história, vários jogadores vestiram a camisa do Santos.

As vezes, ainda participo das “peladas”, apesar das minhas contusões e de ter se submetido a seis cirurgias, três delas no joelho.

Minha rotina é de muito trabalho para manter o campo nas melhores condições para realização dos jogos, com a grama sempre aparada o que sempre foi um dos símbolos do time.

PS: Por força do destino, nasci no dia 19 de julho, que é o DIA DO FUTEBOL!!!

Toninho

Toninho

Joguei no Santos e ajudei na manutenção do campo por mais de 30 anos. Nos jogos que o fazia atuava no 1º e 2º quadro. Lembro de um jogo em Monte Castelo – SC. Jogando pelo time principal fui considerado o melhor jogador da partida que  vencemos o time local mesmo o arbitro dando uma ajudinha para eles (apitou penalty não houve). Já pendurei as chuteiras, hoje ficam só as boas lembranças!

Arnaldo Zilli

Arnaldo Zilli

Também fui dos fundadores do time dos Santos, jogava de zagueiro.

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Lembro-me que o time  já ficou mais de 30 partidas sem perder. Nos finais de semana, fazíamos reuniões, jogávamos baralho, festa junina, virada de ano, preparava o morteiro, que era carregado, como pólvora, jornal e cacos de telhas, o estrondo forte era forte.

Ainda tenho guardada a maquina fotográfica que utilizava para gravar as recordações com carinho.

Devido a uma lesão no joelho, tive que abandonar o futebol no início da década de 70.

CAUSOS DO SANTOS

As histórias que ficam
depois do apito final.

Lances inusitados e boas lembranças
que fazem parte da nossa história.

Esboços inspirados nos causos do clube. As cenas são ilustrações simbólicas, sem retratar a aparência real dos participantes.

Suco de Capilé (anos 60)

Para matar a sede do pessoal e também para arrecadar algum dinheiro para o time antigamente era servido/vendido refrigerante (crush) e capilé (xarope de groselha diluído em água).

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O curioso é que o suco era fresquinho, ou seja, era feito na hora com a água de uma nascente ao lado do campo. (ah se a vigilância sanitária soubesse disso.)

Sentado na bola (anos 70)

Durante uma partida contra o time do Ferraria o jogador Bito, zagueiro do Santos, se irritou com o árbitro e inconformado sentou em cima da bola.

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O jogo só recomeçou após nosso atleta ser expulso, liberar bola e se retirar de campo. O Bito foi para o chuveiro mais cedo e o Santos ficou com 10 jogadores. (ainda bem que a bola não era dele).

Vaca x Chico Zilli (anos 70)

O Santos estava jogando em Campo Largo/PR (região metropolitana de Curitiba) contra o Bugre.

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O detalhe era que o campo de jogo estava cheio de esterco de vaca, e num momento de falta de sorte Chico Zilli caiu em cheio num monte do produto em questão. Para compensar jogo os instantes finais sem marcação pois o cheiro mantinha os adversários a distância. (o pior foi a volta para casa porque como não havia ligar para tomar banho no campo, nem sequer um rio, ninguém queria dar carona para nosso amigo).

Nocaute no tiro de meta (anos 70)

Durante um jogo na colônia de Rebouças (Campo Largo/PR) o centroavante do time local estava dificultando a saída de bola.

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Bito nosso zagueiro, acabou por resolver o problema de uma forma inusitada, ao cobrar o tiro de meta acertou em cheio o rosto do centroavante. Foi nocaute na hora. (sempre o Bito)

Foi penalty mesmo (anos 70)

O Santos disputava um partida eliminatória em um torneio que estava sendo realizado na “Casa São Francisco”.

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Em um lance confuso dentro da área o Costa, goleiro do Santos, foi empurrado e para evitar o gol adversário Chico Zilli colocou a mão na bola. O Juiz apitou penalty e após uma reclamação do Costa com o arbitro ele mudou de idéia e marcou tiro de meta. (o fato confirmado pelo juiz recentemente).

Cadeia nele (anos 80)

Em 1982, o Santos iria disputar um torneio no bairro Vila Sandra. Acontece que o goleiro do time (Arion), que era peça fundamental da equipe estava servido ao quartel e para poder jogar

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não se apresentou ao serviço. O Santos foi campeão mas o Arion ficou sete dias preso. (quartel é quartel e o Santos é o Santos).

Muitos cavalos é melhor que poucos (anos 80)

Durante a construção do atual campo do Santos surgiu um problema: era necessário gradear o solo para fazer o plantio da grama (leivas).

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Foi conseguido uma “grade” que era usada por agricultores e que deveria ser puxada por cavalos. Acontece que ninguém tinha cavalo. A solução encontrado foi engatar a referida “grade” no fusca do Sr. Arilton Kloss, que não gostou muito da ideia. Foi de queimar a embreagem. (os cavalos do carro resolveram bem o problema).

Gol de goleiro (anos 80)

Jorge apitava um jogo. Em dado momento o goleiro de um dos times pegou um bola fácil que havia sido chutada contra ele. Na hora de repor a bola em jogo o desastrado goleiro foi dando

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passos para trás com a bola em suas mãos e acabou passando a linha do gol, fazendo um gol esquisito mas confirmado pelo árbitro. (esse sim entrou com bola e tudo).

ACERVO DO SANTOS

Tem lembranças
que merecem ser revistas.

Escolha uma época e reencontre
os rostos, os jogos e os bons momentos.

Todas as fotos

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Mais que um endereço.
O bairro da nossa história.

Famílias, fé e futebol.
Raízes que continuam presentes.

Campo Comprido tem uma história muito anterior à fundação do Santos. Segundo o IPPUC, núcleos de colonização polonesa se estabeleceram na região a partir de 1875. No final daquela década, famílias de imigrantes italianos também se fixaram junto à antiga estrada do Mato Grosso, hoje Rua Eduardo Sprada.

A agricultura marcou a vida local nas primeiras décadas do século XX. Ao longo dessa estrada, o comércio e pequenas indústrias foram se desenvolvendo. É nesse bairro de encontros e tradições familiares que nasceu o Santos Campo Comprido, na década de 1950.

Santuário Diocesano Nossa Senhora de Lourdes, no bairro Campo Comprido
Foto: Pedro Ribas/SMCS · Prefeitura de Curitiba, 2023.
UM SÍMBOLO DE CAMPO COMPRIDO

Igreja Nossa Senhora
de Lourdes.

O Santuário Diocesano Nossa Senhora de Lourdes é uma referência da fé e da memória do bairro. A história da comunidade registra uma primeira capela de madeira em 1887 e o início das obras da igreja de pedra em 1897.

Construída pelo esforço das famílias imigrantes, a igreja recebeu a visita do bispo João Batista Scalabrini em 1904. Sua torre sineira separada da nave é uma característica da arquitetura de tradição vêneta.

Na Rua Eduardo Sprada, 3640, o santuário segue como um lugar de encontro e de preservação das tradições de Campo Comprido.

Conhecer a história do santuário
FAMÍLIAS QUE FAZEM PARTE DO SANTOS

Sobrenomes que também
contam a nossa história.

Na memória do clube, o futebol está ligado às famílias que reuniram amigos, abriram espaço para os primeiros campos e ajudaram a manter essa tradição. Entre elas, estão os Zilli, Bage, Biazetto e Bom.

01

Zilli

Arnaldo, Orlando e Arlindo Zilli aparecem entre os nomes ligados à fundação do Santos. Auzilio Zilli também apoiou o time: sua casa recebeu reuniões, festas de São João e encontros de fim de ano.

02

Bage

O campo atual foi construído no terreno da família Bage. Vicente Bage recorda o trabalho em mutirão para a terraplanagem e o plantio da grama, além do cuidado para manter o campo em boas condições.

03

Biazetto

Luís Carlos Biazetto é citado entre os amigos que deram origem ao Santos. Isidoro Biazetto também aparece na história do clube como incentivador do esporte e apoiador do time.

04

Bom

Nêne Bom esteve entre os fundadores. A chácara de Amália Bom e, depois, o terreno de Luiz Bom abrigaram sedes do Santos, dando lugar aos jogos e encontros em diferentes fases da história.

Essa história foi construída por muitas famílias. Tortatto, Scremin e Kloss também aparecem nos relatos e nas lembranças do clube, ao lado de tantos outros amigos e colaboradores.

Fontes da história do bairro e das famílias
PESSOAS E TIMES QUE FAZEM PARTE DA NOSSA MEMÓRIA

Homenagens que
guardamos com carinho.

Amigos, adversários e histórias
que têm um lugar no Santos.

NO CORAÇÃO DO BAIRRO

A casa do Santos.

Rua Luiz Bage, 16
Campo Comprido · Curitiba · Paraná · Brasil

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